Histórias engraçadas parte 7

Essa aconteceu no final de junho de 1996
Dia de conselho de classe, professores, diretores e alunos postos frente a frente.
Ednaldo um colega que era o coordenador da sala começou a reclamar dos alunos que faziam bagunça. Para o meu total espanto e do vice-diretor (prof° Ritchie), o meu nome estava sendo citado, ele não estava acreditando e eu não imaginava tamanha traição.
Quando o Ednaldo estava prestes a falar poucas e boas de mim para todo o conselho de classe, eis que chega atrasado o Marcelo que vem com tudo!
Todo que é proibido de usar pela escola: Boné, walkman, bermuda, chinelão e brinquinho, todos olham descrentes.
Professora Lourdes (não gosta do Marcelo) solta um comentário; Tava faltando o engraçadinho.
Marcelo com aquela voz grossa e quase não entendível solta um palavrão de uma maneira leve e suave: PUTA...
O Ritchie, incrédulo, diz:

- Repete Marcelo!

Ele não repete, mas solta outra:

- Não falei com você bicha!

Nossa, a sala inteira ficou focada no Marcelo que o tempo todo estava calmo e sorridente (aquele sorrisinho de lado) o irmão dele não sabia onde enfiar a cara. Eu estava com um sentimento de alívio (por todos terem esquecido que estavam falando de mim) e êxtase (pelo ridículo que alguns professores passaram).
Marcelo se levanta, (todos olhando pra ele) sai da sala, fecha a porta. Logo em seguida, a porta se abre de novo e Marcelo só coloca a cabeça e diz: TCHAU BICHA!
O Ritchie ficou doido, saiu tropeçando os professores e correu atrás do Marcelo que já estava longe.
A reunião prossegue e a Diretora resolve encerrar os assuntos sobre reclamações de alunos. (eu fiquei aliviada)
A reunião acaba. Eu, o irmão do Marcelo e mais dois amigos corremos até a diretoria e uma discussão seguia solta:
Marcelo dizendo: então, eu estou fora Ritchie?
Ritchie dizendo: Ritchie não Marcelo! Professor!
E Marcelo repetia; Ta bom Ritchie!
A mesma lengalenga segue...
A gente só rindo ao ouvir aquela baboseira...
Marcelo conseguiu a tão sonhada expulsão, claro que não foi compulsória, mas foi à única maneira dele conseguir sair do Solano e voltar para o colégio Heitor, pois seus pais não queriam transferi-lo.
Marcelo virou assunto das férias e do ano todo.

Histórias engraçadas parte 6 - 1996 – esse dia foi fogo.
Eu discuti com o meu amigo Marcelo, ele adorava se passar por burro pra gente rir e eu estava meio de saco cheio.
Ele foi para a ultima carteira da primeira fileira e eu fiquei no meu lugar primeira carteira, colada de frente com a mesa da professora.
Bia, uma menina bem inteligente, mas super exibidinha (não ia muito com a minha cara), resolve dar a idéia: joga uma bolinha de papel molhada com branquinho nela.
E eu lá olhando pela janela aquela mata linda com aquele céu estrelado, tava uma noite maravilhosa, derrepente me dá um impulso de desviar para o lado (digam o que quiser, mas foi pura intuição mesmo) a bolinha encharcada passou por mim e foi param na mesa da professora de história que era super novinha (e não gostava do Marcelo).
Ela ficou com a cara cheia de respingos de corretivo, daqueles a base de tiner (fedia a tinta acrílica).
Lá estava a professora com o pó de maquiagem tentando tirar as manchas branquinhas da cara e perguntando quem tinha feito aquilo!
Eu num impulso de total êxtase (intuído que algo ia bater em mim e desviar na hora certa sem nem almenos ter olhado.)
Subi na cadeira e apontei para os dois malfeitores:
Foi o Marcelo e a Bia! Eles é que aprontaram essa!
Eu estava super, hiper contente! E dizia:

- Toma babaca quem mandou! Quis me prejudicar, se ferrou! Toma bia, se ferrou também! Bem feito! RÁRARARARÁ!

Resultado: dois pontos negativos para cada um: Bia e Marcelo.
Fiquei dois meses sem falar com o Marcelo, como dizíamos ficamos de mal um com o outro.
Só voltamos a nos falar por intermédio de uma amiga que disse que ele estava arrependido e pediu desculpas me dando uma fitinha de nossa senhora. O perdoei, mas não a Bia.

Histórias engraçadas parte 5
Ano 1996 outra de merenda... Dia frio, hora de lanchar: cardápio do dia macarrão com porpeta (almôndegas). Derrepente uma fila quilométrica, eu e os colegas de grupo fomos os primeiros, e claro, fome aqui eu não passo! Conseqüentemente conseguimos sentar à mesa... Começo a comer e para a minha desilusão as benditas porpetas eram de soja (nada contra soja, mas essas estavam horríveis). Um amigo brinca e uma porpeta acaba caindo na mesa, quando caiu rachou e abriu, todos riram. Eu tava separando as porpetas num cantinho do prato quando o Wilsão comete o erro de comentar: - Pode por no meu prato que eu como! Resultado: cinco pessoas colocaram mais ou menos cinco porpetas cada no prato dele, nossa o prato virou uma pirâmide de porpetas. - Bateu o sinal, todo mundo voltou para sala e ele ficou ali na mesa sozinho, com cara de tacho com um prato cheinho de porpetas, eu resolvi esperá-lo. - Pra variar, ele levou uma bruta bronca da merendeira que o acusou de desperdício.

Histórias engraçadas parte 4
Ano 1996
Hora do intervalo de aulas, dizendo popularmente hora da merenda!
Uma surpresa no cardápio: BANANAS!
Vocês não fazem idéia do que é servir banana de lanche para a turma do período noturno e o pior banana ao natural, ou seja, com casca.
Buiu (não se engane, ele é branquinho, só tem esse apelido porque é baixinho) não agüentou, entrou na fila, pegou um cacho (uma dúzia) e deu a gritar pelo pátio imitando um chipanzé.
E não é que o doido do Buiu imitava direitinho.
Foi a maior graça ver o Buiu com um cacho de bananas embaixo dos braços e subindo nos portões dando aqueles gritinhos de chipanzé.
Já dentro da sala, Buiu com segundas e terceiras intenções, descasca uma banana e pede para a Bia dar uma mordidinha, e não é que a banana quebra e cai na hora dela morder...
Buiu ficou desmoralizado com a frase dita por um colega: ih Buiu, tua banana não ta com essa bola toda não!

Histórias engraçadas parte 3
Essa é inacreditável, mas tenho testemunhas...
Véspera de seminário na escola. Meus três amigos foram lá em casa para estudarmos, meu gato Chani (sete anos e totalmente gagá) estava roçando nas pernas de um dos meus amigos, que resolve pegar o bendito gato no colo, mas meu gato num esforço impensado (ou não) de sair do colo deste amigo, solta um enorme “pum” (daqueles quentes e podres), esse amigo é claro, dá um tapinha no meu gato e o joga no chão.
Meu gato subiu as escadas que fica ao lado de onde a gente estava estudando e num segundo ato impensado (ou não?) Começa a regurgitar, fazer uns barulhos de nariz entupido e derrepente dalhe gotículas catarrais nas costas do Paulo, o pior é que ele estava de regata daquelas que mostra bem os ombros.
Ele ficou morrendo de nojo
E a gente é claro caiu na risada.
Detalhe: meu gato virou assunto da sala.
Paulo dizia que ele era a prova concreta de que gatos eram vingativos.

Histórias engraçadas parte 2

Ano: 1995
Eca!

Num dia de verão, fui a casa de uma amiga, ela havia alugado um jogo de super nintendo, ela estava me mostrando o cartucho quando o famoso Queijão chega e começa com as gracinhas dele.
Eu estava encostada num murinho na beira do terraço, de costas para um verdadeiro precipício de 6 metros.
Queijão começou a querer tomar o cartucho das minhas mãos, ao fazer um movimento mais brusco o dito cartucho cai na laje lá embaixo.
minha amiga, se desesperou, é claro!

- Seus malucos! Olham o que fizeram! se o cartucho quebrou vou ter que pagar!

O Queijão olha lá pra baixo:
- Ih, o cartucho não quebrou e ainda caiu em pé!

Nós ficamos confusas.. dei uma olhadinha... e não é que o cartucho tinha caido mesmo em pé! só que caiu numa bosta enorme de cachorro.
Detalhe: cocô tipo purê, meio duro por fora.
Cartucho de video game em é na bosta, que coisa maluca!!!
Minha amiga desceu as escadas correndo, eu fui atrás e quando vi de perto, não aguêntei e caí na risada, não dava nem pra acreditar naquele objeto em pé de quininha numa bosta após queda de 6 mestrs!
Claro que minha amiga fez eu e o Queijão limpar o cartucho.
A nossa sorte é que a bosta estava meio mole, dalhe papel higiênico e alcool, eca!

Histórias engraçadas...
Ano: 1991

Vilão ou vítima?

Eu estava na 6ºsérie ginasial. Eu tinha um professor de matemática bem fortinho, estilo pit boy, ele andava com umas calças jeans super folgadas, daquelas que deixam um homem fortinho e da bunda grande super ridículo.
Ele estava passando uns calculos na lousa, quando a vilã (ou será vitima?) da história entra em cena:
Uma borboletinha cinza e bisbilhoteira insiste em voar em volta da bunda do bendito professor; As risadas começam, o professor quer saber os motivos de tantas risadas e fica injuriado,. Derrepente a borboleta pousa na bunda dele e as risadas ficam mais altas e fortes. o professor para de passar lição na lousa e fica com raiva:

- Do que vocês estão rindo? - pergunta ele e ninguém tem a cara de pau de responder, só as risadas ecoando na sala.

O professor desiste de dar aula e resolve se sentar..
Detalhe: A borboleta continua pousada bem no meio da bunda dele, o bendito se senta e a coitadinha da borboleta acaba esmagada.
Eu não aguêntei, quase chorei de tanto rir, junto com o resto da sala...
Depois de alguns minutos o professor se levanta e os olhos atentos da turma percebe a pobre borboleta voando toda tonta e caindo no chão.
Risada geral...
Meu amigo marcelo inventou um ditado:
Se não morreu com o peso, sofreu com a bufa....

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